À ele as lembranças dos dias bons. Aqueles em que saíamos para assistir um filme, jantar em um restaurante, passear no parque, comprar um livro ou só passar o tempo de mãos dadas andando pelas ruas.

À ela a esperança de um futuro melhor. Aquele que não tem limite de folhas, muito menos tinta de caneta finita para ser escrito. Aquele que vem sendo planejadinho, mas no fim vai surpreendendo a todos

À ele a saudade da perfeição mais imperfeita que já existiu. Do abraço apertado, do cafuné, das brincadeiras idiotas, das gargalhadas espalhadas pelo cômodo, das competições de vídeo game.

À ela a alegria da aceitação. Por ela mesma, pelo fim pacífico, pela paixão inabalável, pela tranquilidade, pelo sorriso no rosto, pelas mil e uma oportunidades que ainda virão.

À ele a clareza, a compaixão e a consequência.

À ela a confiança, a consciência e o contentamento.

À ele a dignidade, a empatia e o equilíbrio.

À ela a familiaridade, a euforia e a fidelidade.

À ele a paz.

À ela a positividade.

À mim a liberdade.

À nós o perdão.

E à você os meus mais profundos sentimentos. Todos eles. Separadamente ou de uma vez só, se é que você aguenta. Mas não o amor, esse vai ficar comigo, obrigada!


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